Clique aqui.">

www.riogrande.com.br

Pôr-do-sol no Guaíba - Foto Carla Guimarães
          
 

 
Home| Login| Anuncie| Classificados| Notícias
 
 

VISITANTES

  Home
  Busca
  Municípios
  Novidades
  Populares
  Site Antigo
  Contato
  Chat
 

USUÁRIOS

  Cadastro
  Publicar
  Favoritos
  Minha Conta
  Postais
  Postais Grêmio
  Postais Inter
  Meu Link
  Classificados
  ClassiBR
  AnúnciosBR
  SP Virtual
  Troca Links
 
 

POPULARES


  1.  Cavalo de Carreira - Jonas Martins
  2.  Ultimo Entardecer - Jonas Martins
  3.  ROMANCE DA LINHA FÉRREA
  4.  Quero Sempre
  5.  Hoje, por um motivo muito especial
  6.  Gauchos de Fato - Jonas Martins
  7.  A QUEM DESCONHECE A ÉCLOGA DA TERRA
  8.  Redentora
  9.  TRÊS TRAGOS - JONAS MARTINS
  10.  Chuvas
 

ONLINE


 
 



Pesquisa personalizada





Você está aqui:   Home > Cultura > Eu, Autor > Poesias

Título : Cavalo de Carreira - Jonas Martins
Autor: Jonas Martins
Cidade: Ijuí

Comentários | Adicionar a Favoritos | Outros Itens deste Usuário |
Enviar a Amigo | Reportar Abuso

Online: Não
Page Views: 463
Data Publicação: 09/01/2008
Última Atualização: 09/01/2008

Cavalo de Carreira

 

Valente Hidalgo bastardo,
Pequeno, de força nas pernas,
E puro, não de sangue, mais de alma
Um cavalo atrevido nas canchas retas.
Com coração e alma de guerreiro,
Na cancha reta um a um ia passando,
Cansado, banhado em suor, mas bufando,
Pois reconhecia o valor do entreveiro !

Só podia ta falando de tu meu cavalo de correira,
Que nunca numa carreira me decepcionaste.
Foste o mais sincero amigo que tive,
Pois contigo não tinha aposta perdida...
Contigo tudo dava certo,
Não interessava o desafiante,
Pois cavalo e peão eram confiante,
E toda a distancia era perto !

Até riam quando viam que tu não eras puro sangue
Era cambixo, baixo, e selvagem.
Respingando na serragem,
O suor do  teu peito descoberto,
Pedindo licença em campo aberto,
Esquecendo o cansaço e os frangalhos.
Parecia que já conhecia os atalhos
Da cancha para o destino já certo!

Deus te deu , como ao gaúcho
Que enquanto a peleia dura jamais sossega o facho,
Essa altivez de índio macho
Para honrar o destino de quem foi criado guacho:
E a diferença que agora sinto
Pois passemos juntos pelo bem e pelo mal!
Sempre com o mesmo ideal
De que corria só por instinto!

Por isso agora que te findas,
Queria eu poder findar junto,
Não guento te ver quase defunto.
Com ar de cansado, desanimado e cego,
Mas com a crença de quem diz Não me entrego:
Sou Zaino, chucro sofro mas  não grito
Se essa é a reserva do destino maldito
Eu encaro, brigo, mas aceito o destino que carrego!

Queria ver-te morrer correndo,
E não cego, esperando o desfecho do destino cruel.
Sabendo que a próxima carreira serás la na cancha do ceu.
Onde São Pedro serás teu peão.
E te ostentará como já fiz no passado,
Por que tu vais ... eu não sei,
Mas se pudesse escolher,
Queria poder ir no teu costado?

Porque na carreira da vida
Eu me contentaria com um empate!
Me desprovia do ultimo arremate..

Nem que fosse cansado, desprovido e torto,
Mas só o que me resta é o conforto,
E a lembrança Traiçoeira,
De que pra tu perderes um carreira,
Somente depois...de morto!

E-mail: Fale com o Autor

Fotos adicionais





Google
 




Classificação Média dos Visitantes:    4.50 (até 5)
Número de votos: 4 Votos

Local de Votação:
 Comentários dos visitantes (0)
escreva um comentário (NÃO é para contatar o anunciante)
(Não foram encontrados comentários. O seu pode ser o primeiro!)
 




 
Ajuda | Termos de Uso | Política de Privacidade | Contato | Fale a Seus Amigos

Copyright © 2001-2008, Infomídia Produções Ltda. Todos os direitos reservados.