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A história das aves do Taim

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Page Views: 875
Publicação: 08/09/2007

 Coscoroba, Coscoroba
 

 Pouco se conhece sobre a coscoroba, coscoroba, também chamada de capororoca. É, juntamente com o cisne-do-pescoço-preto, um dos cisnes mais bonitos do Taim. Todo branco e com o bico vermelho, também procede dos lagos gelados da Patagônia, mas vem um pouco mais tarde, entre setembro e outubro.
 
 Procria na zona de lagoas e banhados, fazendo os ninhos no alto dos barrancos. De cada ninhada saem três a quatro filhotes, que também são cuidados pelo macho, que imita um bonito costume do pato arminho: voa com eles no dorso, quando sente algum perigo.

 

 
 Marrecão
 

 O marrecão, que somente procria esporadicamente na região, parece vir ao Brasil para ser caçado. Chega aos milhares e fica de junho a agosto. Circula entre a Patagônia, o Rio Grande do Sul e o Chile.
 
 Come as sobras da colheita de arroz, camarões, peixinhos pequenos e, além da reserva da Estação Ecológica do Taim, se concentra na região do Salso, em Santa Vitória do Palmar, nas proximidades da Lagoa Mirim.
 
 
 Marreca do Pé Vermelho
 

 A marreca do pé vermelho é do Chile e migra até o Canadá. A viagem de retorno é feita através do Taim, onde chega em outubro, ficando até o fim do verão. Procria nos banhados, em ninhos flutuantes.
 
 
 Gavião Peregrino
 

 Dentre os gaviões, o peregrino, originário dos Estados Unidos, é o mais famoso. Vive dando voltas pelo mundo. A exemplo dos gaviões do mangue e caramujeiro, vindos da Argentina, procria na estação ecológica. O gavião pombo é do norte do país e passa algum tempo no Taim, sem se saber até o momento com que objetivo.
 
 
 Falcão Quiri-Quiri
 

 O falcão quiri-quiri é do próprio Rio Grande do Sul e faz migrações internas, ficando menos de um mês no Taim. O carcará, que gosta de comer filhotes de capivaras e de ratões do banhado, é da própria região. Ainda na área das aves, a garça-moura (toda branca) e o quero-quero, além da tachã, também são da região.
 
 
 Marreca Pardinha
 

 A marreca pardinha, igualmente do Rio Grande do Sul, tem um curioso costume. Faz seu ninho em aves - algo muito raro -, sobre o ninho das caturritas, nas pontas mais altas dos pés de eucaliptos, formando interessante contraste: o ninho das caturritas é muito grande e o da pardinha, muito pequeno.



Fonte:  

Google
 


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