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A importância das Missões

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Publicação: 08/09/2007

 Situado fora do eixo de comércio do Brasil com a metrópole, o Rio Grande do Sul foi, durante o seu processo de formação, uma área de maior valor político do que econômico.
 
 Embora não contasse com produtos de exportação de grande interesse, como o Norte e Nordeste (com as especiarias e o açúcar) e, mais tarde, as Minas Gerais (com o ouro), o Rio Grande atraía portugueses e espanhóis pela possibilidade de controle do sul do continente que sua ocupação abria.
 
 Isto fez com que fosse, desde o princípio, uma região em constante conflito, onde as duas potências ibéricas lutavam pelo domínio da terra, provocando constantes alterações de seus limites fronteiriços -- que só se fixariam definitivamente em 1909, quando a última questão de demarcação de limites entre o Brasil e o Uruguai foi resolvida.
 
 Inicialmente, o Rio Grande era uma "terra de ninguém", de difícil acesso e muito pouco povoada. Vagavam por suas pradarias os índios guarani, charrua, tapes; e, vez por outra, aventureiros que penetravam em seu território em busca de índios para apresar.
 
 Esse quadro foi modificado com a chegada dos padres jesuítas, que, no início do século XVII, na região formada pelos atuais estados do Rio Grande do Sul e Paraná, e pela Argentina e Paraguai, fundaram o que ficou conhecido como "Missões Jesuíticas".
 
 Nelas se reuniam em torno de pequenos grupos de religiosos, grandes levas de indios guarani convertidos, que levavam uma vida regida por regras ditadas pelos padres.
 
 Procurando garantir a alimentação dos  índios convertidos, os jesuítas introduziram o gado nas suas reduções, onde o clima e a vegetação propícios fizeram com que se multiplicasse rapidamente. Ao agirem assim, os missionários criaram dois atrativos para aqueles que apresavam índios: agora, além de encontrarem índios já "civilizados" -- graças ao trabalho dos jesuítas -- achariam também o gado, que seria, a partir de sua proliferação, a principal fonte das atividades econômicas do Sul.
 
 Os ataques às reduções jesuíticas passaram a ser feitos de forma organizada, e até 1640 diversas bandeiras paulistas estiveram no Rio Grande do Sul para capturar índios e gado, provocando o desmantelamento de algumas das reduções, e a migração das populações nelas residentes para áreas consideradas mais seguras. Muitas vezes, ao partirem, os habitantes deixavam atrás de si o gado, que, solto, continuava a se multiplicar.


Fonte:   Lígia Gomes Carneiro





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