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A vinda para o Estado com apoio oficial

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Publicação: 08/09/2007

 A alimentação do gaúcho sempre se baseou na carne. Com a chegada dos imigrantes alemães, novos hábitos foram introduzidos: o churrasco ganhou o acompanhamento da cerveja. Com a vinda dos italianos, a polenta entrou na mesa. Mas o consumo sistemático de verduras, as mais variadas e diversificadas, dependeu de uma outra imigração, que atingiu o estado bem mais tarde. Foram os japoneses, que, com exceção de algumas famílias pioneiras, vieram para o Rio Grande só a partir de 1956, e introduziram o hábito do consumo cotidiano de hortigranjeiros.
 
 A imigração japonesa para o Rio Grande difere daquela que ocorreu no resto do país em um aspecto essencial: a decisão de permanecer no país. As primeiras levas de imigrantes japoneses que vieram para o Brasil a partir de 1908 tinham a intenção de fazer um "pé de meia", para depois voltarem para o Japão. Com isto, não procuravam estabelecer raízes na nova terra. Já aqueles que vieram no período do pós-guerra pretendiam se estabelecer definitivamente no país. É esse o caso dos japoneses que vieram para o Rio Grande, onde o período de imigração durou de 1956 a 1963, havendo se fixado no nosso estado e em Santa Catarina entre 2 mil e 2,5 mil indivíduos.
 
 Além disso esses imigrantes mais recentes contaram com um apoio muito importante. O próprio governo do Japão procurou orientar e apoiar a emigração, fazendo com que os japoneses tivessem condições de se estabelecer satisfatoriamente no Brasil.
 
 Exemplo disto foi o núcleo de Ivoti, que foi criado pelo governo japonês no início da década de 70. As terras foram compradas pelo órgão de emigraçào do governo japonês, que as repassou, através de financiamentos, para os imigrantes que estavam dispersos por outras áreas.
 
 Inicialmente esses imigrantes começavam a vida no novo país como parceiros ou meeiros agrícolas. Aos poucos procuravam comprar sua propriedade, e se organizavam em núcleos. Isto ocorreu não só em Ivoti, mas também em Itapuã (Viamão) e em Terra de Areia, onde surgiram grupos significativos de agricultores japoneses, dedicados ao cultivo de hortifrutigranjeiros.


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