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Centrais sindicais defendem reajuste de 15% no piso regional

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Publicação: 29/04/2009
A pedido das centrais sindicais, a Comissão de Economia e Desenvolvimento Sustentável, presidida pelo deputado Heitor Schuch (PSB), realizou audiência pública, na manhã desta quarta-feira (29), para discutir uma proposta de reajuste do piso regional. Os trabalhadores defendem uma elevação de 15,08%, mantendo-se o critério construído em negociação no ano passado, acrescido de índice de recuperação e valorização permanente do poder aquisitivo do piso.
 
A intenção é resgatar gradativamente o valor de 1,28 salário mínimo nacional na menor das quatro faixas salariais do piso regional. A audiência, que transcorreu no Plenarinho da Assembleia Legislativa, foi encerrada às 11h22 para que os presentes se encaminhassem à Casa Civil, onde prosseguem as negociações sobre o tema. Durante a audiência, deputados e trabalhadores criticaram a ausência de agente político do governo estadual com poder de decisão. Os trabalhadores querem a criação de um fórum permanente de negociação sobre o tema, a ser coordenado pelo governo do Estado, com a participação de centrais, federações e sindicatos.

O presidente do legislativo, deputado Ivar Pavan (PT), lembrou que a discussão é longa e que se dá entre os que acreditam que primeiro "é preciso fazer o bolo para então dividi-lo" e os que, em vez disso, "pensam que se deve distribuir (a riqueza) para crescer". “Eu sou da tese de que é melhor distribuir primeiro”. Pavan disse ainda que o governo do Estado informou que enviará ainda nesta semana sua proposta de piso.

O presidente da Fundação de Economia e Estatística (FEE), Adelar Fochezatto, descreveu os critérios de reajuste adotados em anos anteriores e considerou válido questionar se esses critérios hoje são os mais adequados, diante de um cenário bastante diferente daquele do ano passado.

O presidente da Central dos Trabalhadores do Brasil, Guiomar Vidor, disse que o que está em jogo é o destino de mais de um milhão de trabalhadores, “aqueles com os salários mais baixos”, e reforçou a propriedade de um reajuste de 15%. Segundo ele, existem condições econômicas e políticas para isso e, se a medida for adotada, deverá injetar por mês na economia gaúcha R$ 68,8 milhões. O presidente da União Geral dos Trabalhadores, Paulo Barck, apontou dificuldades na inclusão de algumas categorias nas faixas salariais apropriadas, enquanto o presidente da CUT/RS, Celso Woyciechowski, destacou o empenho da Assembleia Legislativa na busca de uma solução para o impasse.

Participaram das discussões os deputados Ivar Pavan (PT),  presidente do Parlamento, Heitor Schuch (PSB), Adão Villaverde (PT), Dionilso Marcon (PT), Miki Breier (PSB), Nelson Härter (PMDB), Luiz Fernando Záchia (PMDB), Raul Carrion (PCdoB), Pedro Westphalen (PP), Paulo Azeredo (PDT), José Sperotto (DEM), Gilmar Sossella (PDT), Cassiá Carpes (PTB) e Raul Pont (PT). Também presentes o presidente da Central Geral dos Trabalhadores do Brasil, João Alberto Araújo Fernandes, o presidente da Força Sindical, Cláudio Janta, entre outros.

Reunião ordinária
Antes da audiência, durante reunião ordinária, os parlamentares aprovaram por unanimidade a realização de duas audiências públicas: a primeira, solicitada pelos deputados Ronaldo Zülke (PT), Nelson Härter (PMDB) e Francisco Appio (PP), apresentará os resultados da viagem técnica à Itália e à Espanha, onde buscaram aprimorar os conhecimentos sobre o cultivo de oliveiras e a produção de azeite de oliva para implantar adequadamente o cultivo da olivicultura no Estado; e a segunda, a pedido do deputado Heitor Schuch, para tratar das perspectivas para o Rio Grande do Sul na produção de cana-de-açúcar.



Fonte:   Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul



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