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Atrativos de Dom Feliciano

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Publicação: 25/09/2009

DOM FELICIANO – RS

 

SITUAÇÃO GEOGRÁFICA

 

Dom Feliciano está localizado na Região Sudeste do Rio Grande do Sul, na encosta da Serra do Herval.

 

Dados Gerais:

Superfície: 1.402 Km²

População Urbana: 3.115 habitantes  (21%)

População Rural: 11.389 habitantes   (79%)

População Total: 14.504 habitantes

Densidade Demográfica: 10.5 hab/km²

Distância da Capital: 171 Km

Número de Eleitores: 10.162

Limites do Município: Chuvisca, Camaquã, Encruzilhada do Sul, Amaral Ferrador, São Jerônimo, Pântano Grande, e Butiá.

Data da Emancipação: 09 de Dezembro de 1963.

Altitude da sede: 154

Clima: temperado.

Temperatura Média: 20º

Índice Pluviométrico: 1.200mm a 1.300mm

Latitude: -30,704

Longitude: -52,108

Área(km²) 1.260,18

Hidrografia: Principais arroios: Ladrão, Sutil, Dom Feliciano e Forqueta.

Vegetação: Matas nativas e vegetação rasteira.

Relevo: Acidentado.

 

 

“DESCRIÇÃO DO MUNICÍPIO”

 

 

ORIGEM E FUNDAÇÃO DA CIDADE

 

                       Em 02 de abril de 1861 o Presidente da Província de São Pedro do Rio Grande do Sul, criou, por Lei Provincial nº 466, a colônia de São Feliciano.

                      Em 1891 passa a ser 5º distrito de encruzilhada do Sul.

                      Em 23 de março de 1938 é elevada a categoria de Vila.

                      Durante o governo de Getúlio Vargas houve um decreto regularizando os nomes de aglomerados urbanos do Brasil para evitar confusões de cidades com o mesmo nome e como na época já havia outra cidade com o mesmo nome, então os poloneses da colônia resolveram homenagear ao primeiro Bispo do Rio Grande do Sul, Dom Feliciano José Rodrigues Prates.

COLONIZAÇÃO POLONESA.

Logo após a Proclamação da República, em 1889, o Governo Brasileiro realizou uma grande campanha para a vinda de agricultores europeus, pois estava necessitando de trabalhadores que substituíssem os escravos e desta forma mantivessem o equilíbrio econômico.

O Governo Brasileiro comprometeu-se com as despesas da travessia e da doação de terras aos que desejassem vir para o Brasil.

Mas mesmo antes do Governo Brasileiro lançar essa proposta, algumas famílias vieram por conta própria até o Rio de Janeiro, rumando para Porto Alegre, de onde viajando de lancha até São Jerônimo, chegaram até a colônia de São Feliciano.

Em 1890, assumiu a direção da colonização o Dr. Alfredo da Silveira destinando a extensão dessas terras, à Imigração Polonesa.

Os primeiros Imigrantes chegaram ao Brasil nos anos de 1890 e 1891. Sendo: 1.554 originários da Polônia, 1.923 originários do território polonês sob a dominação Russa e 93 alemães.

Quando chegou a Porto Alegre o Departamento de Terras e Colonização logo os encaminhou para a Colônia de São Feliciano. Chegaram em carroças puxadas a bois,alguns a pé, outros em burros carregados de balaios. A dificuldade de acesso era uma constante e vinham abrindo caminhos até o objetivo final.

Através de prestações em longo prazo cada família recebeu um lote de vinte e cinco hectares de terra. Receberam também cinqüenta mil réis para que em três meses pudessem construir suas casas de madeira. As sementes de cereais foram distribuídas gratuitamente para o primeiro ano de plantio.

Á margem direita do arroio Forqueta iniciaram o povoado e também as chamadas “Linhas”, e em cada uma delas formaram uma comunidade. Construíram sociedades que serviram como capela e escola.

Os imigrantes viviam numa situação de grande pobreza, pois, apesar de terem boas colheitas, continuavam enfrentando o problema de não terem estradas nem compradores para seus produtos. Então; trocavam seus produtos, por sal, café, açúcar, tecidos, etc.Entre os imigrantes agricultores haviam também alguns profissionais como: ferreiros, carpinteiros, pedreiros e outros.

Os poloneses sempre manifestaram extrema religiosidade e fé. Ergueram a primeira capela próxima do Arroio Forqueta.

Em 15 de novembro de 1891 chegou o primeiro padre franciscano, Martiniano Madrzejewski.

No ano de 1908, a Sede tinha 153 pessoas e trinta casas, uma ferraria, uma olaria, uma escola, uma estação telegráfica, uma agência de correios, um posto pluviométrico e oito casas de comércio. Em 07 de maio de 1906 iniciou-se a construção da igreja de alvenaria e em 15 de novembro de 1914 ela foi solenemente abençoada.

Pelo Decreto nº 7589 de 28 de novembro de 1938 a colônia de São  Feliciano passou a chamar-se Dom Feliciano, em homenagem ao primeiro Bispo do Rio Grande do Sul, Dom Feliciano José Rodrigues Prates, que em determinada época trabalhou como vigário de Encruzilhada do Sul.

Com a presença do padre Estanislau Nowak, como pároco, os Dom-felicianenses,perceberam que só obteriam maiores benefícios se fossem independentes. Iniciou-se, então, a Campanha Emancipacionista. Foi formada uma comissão e realizada a coleta de assinaturas de um terço do eleitorado do território emancipado para fazer a solicitação de credenciação da Comissão Emancipacionista que era assim constituída:

Presidente de Honra: Pe. Estanislau Nowak.

 

Presidente: Catulino Pereira da Rosa

Vice-Presidente: Zeno Tworkowski

2º Vice-Presidente: José Francisco Kuczynski

 Secretário Geral: Leonardo Maliszewski

 1º Secretário: Joaquim Luiz de Farias

2º Secretário: Dante Morelli

 Tesoureiro Geral: José Stachlewski

1º Tesoureiro: Alfredo Kuczynski

2º Tesoureiro: Alfredo Kuczynski

 

MEMBROS

José Janovik                                                        Salim Figueira de Moura

Sinval Tavares                                                     José Maria Pedroso de Lacerda

Reinaldo Janovik                                                 Silvio Silvino dos Santos

Ramão Bobrowski                                               Ceslau Tadeus Stelmaszczyk

Lígio Uszacki                                                       Almenon Rodrigues Ferreira

João Rufino Pereira                                             Frontino Bica Rodrigues

Algemiro Iribarrem                                              Acimar Pereira Lucas

Ludovico Kwiatkowski                                        Eduardo João Schumann

Paulino Rakowski                                                Gelson Bica Rodrigues

Raul Pereira da Gama                                          Antônio Amércio Hugo

Marcino Bica Antunes                                         Donato Pereira dos Santos

Antônio Szortika

 

Após pareceres e análises dos poderes estaduais, pelo Projeto da Lei nº 103, de 20 de junho de 1963 a Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, determinou a realização da consulta plebiscitária.

No dia 25 de agosto de 1963 foi realizado, com sucesso, o Plebiscito. O resultado foi de 972 votos a favor e 430 votos contra a emancipação de Dom Feliciano.

Então o Governador do Estado, Exmo. Sr. Ildo Meneguetti, pela Lei nº 4635 de 09 de dezembro de 1963, criou o município de Dom Feliciano, desmembrado dos municípios de Encruzilhada do Sul, Camaquã e São Jerônimo.

Em 19 de março de 1964, procedeu-se a eleição dos primeiros mandatários do novo Município. Concorreram Catulino Pereira da Rosa e Dante Morelli. Apurados os votos, as urnas acusaram o seguinte resultado:

 

Prefeito: Catulino Pereira da Rosa

Vice Prefeito: Alfredo Kuczynski

Vereadores: Augusto Krachefski 

                  : Ceslau Tadeu Stelmaszczyk

                  : José Janovik

                  : Longuinho Fábis

                  : Miguel Blumberg Campello

                  : Pedro Gejfinbein

                  :Volmar da Rosa Leite.

 

Todos prestaram compromisso na Câmara de Vereadores improvisada na Sociedade Progresso, em 12 de abril de 1964, e tomaram posse.

O mandato do primeiro Prefeito e Vice-Prefeito foi fixado pelo prazo de quatro anos, isto é, até 31 de dezembro de 1967. No entanto pelo Ato Complementar nº 37, de 14 de março de 1967, foi prorrogado o mandato até 31 de janeiro da 1969.

A Câmara Municipal seria constituída por sete membros de acordo com a Lei de Criação do Município.

Na historia de Dom Feliciano muitos lideres contribuíram para seu desenvolvimento.

Entre eles destacamos:

 

 

-FRANCISCO VALDOMIRO LORENZ:

Intelectual, escritor, professor, poliglota e poeta. Chegou a Dom Feliciano em 1894, aos 22 anos de idade e já falava fluentemente 24 línguas. Quando faleceu em maio de 1957 dominava 104 idiomas.

Lorenz foi um grande espiritualista desde 1887. Tem 77 obras publicadas, sendo várias em esperanto, além de muitas traduções.

 

 

-PADRE CONSTANTINO ZAJKWOSKI:

Nasceu na Polônia e desenvolveu aqui extraordinárias atividades no campo religioso.Na Sede fundou um Grupo Escolar e quatorze escolas no interior, a cooperativa, o hospital trazendo as Irmãs da Ordem Franciscanas Bernardinas e muitas outras grandes realizações.

-EDUARDO JOÃO SCHUMANN:

Foi dentista e desenvolveu sua atividade com dedicação e esmero. Foi Vice-Presidente  do Movimento Emancipacionista Provisório.

-DR. DARCÍLIO DE SOUZA GARCIA:

Chegou a Dom Feliciano em 12 de fevereiro de 1937 onde iniciou suas atividades como médico. Foi o primeiro médico do Posto de Saúde de Dom Feliciano.

-CARLOS MUSZYNSKI:

Chegou ao Brasil em 1906 e em seguida veio para Dom Feliciano. Durante toda sua vida dedicou-se ao Magistério e a música.

É sempre lembrado pelos descendentes poloneses pela sua grande contribuição cultural.

-JOSÉ LEMPEK:

Foi professor Estadual durante 22 anos, na localidade de Barra do Arroio Tigre, em Dom Feliciano. Foi condecorado pelas autoridades da Polônia  com distinção de reconhecimento por serviços prestados.

-HILÁRIO MARIANO USZACHI:

Foi poeta destacado por expressar os sofrimentos e esperanças dos imigrantes poloneses.Foi professor, falava francês, polonês e alemão.

-CATULINO PEREIRA DA ROSA:

Desempenhou a função de Presidente da ultima Comissão Emancipacionista. Foi eleito Prefeito de Dom Feliciano em 29 de março de 1964 sendo reeleito por mais duas vezes.Seu trabalho marcou profundamente o desenvolvimento de nosso Município em todos os setores.

PONTOS TURÍSTICOS:

 

CASA DA CULTURA DO IMIGRANTE, SANTUÁRIO , MONUMENTOS

E CRUZ DO IMIGRANTE 

 

 

A Casa da Cultura do Imigrante é uma edificação em estilo montanhês, característico do sul da Polônia.Em linhas gerais, esse estilo utiliza materiais rústicos como madeira e pedra. O destaque principal é o telhado proeminente e suas linhas principais possuem águas subdivididas em duas inclinações, sendo a água da cumeeira de inclinação mais acentuada do que a água do beiral.

A entrada principal salienta-se do corpo do edifício com uma cobertura diferenciada.

A base do pavimento inferior é de pedras, o que proporciona a solidez no conjunto arquitetônica.

Nos frontões o fechamento é em madeira em contraste com a alvenaria e o telhado, proporcionando uma composição harmônica e peculiar.

O projeto e execução da “Casa do Imigrante Polonês” foi realizada pelo arquiteto Roberto Scislewski. O projeto da “Casa do Imigrante Polonês” foi desenvolvido seguindo os padrões e características mais autênticas possíveis.

            Nossa Casa da Cultura abriga o Museu Municipal que contém objetos da immigração polonesa, todos doados pela comunidade. Possuímos também a Biblioteca Pública Municipal Francisco Valdomiro Lorenz que atende pessoas da comunidade de todas faixas etárias e ainda para crianças possui o recanto da Gurizada Medonha um cantinho com jogos e livros infantis que servem para despertar a vontade pelo conhecimento desde cedo.

Oferecemos cursos artesanais das mais variadas artes, atendendo um grande número de pessoas, ale de também possuirmos uma sala de cursos  de Língua Estrangeira, como Inglês e Polonês. Desenvolvemos projetos integrados com apoio da comunidade, de escolas e comercio local, proporcinando mais lazer e cultura aos munícipes.

Principais atividades desenvolvidas na Casa da Cultura do Imigrante:

-         Museu Misto Permanente: Setor em dois módulos que contam a história da imigração polonesa até os dias de hoje.

-         Biblioteca Pública Municipal Francisco Valdomiro Lorenz: atende toda nossa comunidade.

-         Cursos de Inglês, Polonês e artesanato.

-         Exposições de artes plásticas e diversos outros assuntos.

-         Projeção de vídeos e documentários sobre os mais variados temas.

-         Realização de Projetos sobre os mais diversos assuntos em parceria com as Entidades de Dom Feliciano.

-         Realização da Feira do Livro, etc.

-         Realização do Dia de Ação de Graças.

Outro ponto de referência em Dom Feliciano é a Cruz dos Imigrantes inaugurada na primeira semana do município. É um marco histórico da chegada dos imigrantes poloneses. É um mirante de onde podemos observar toda a cidade. E ao seu lado encontra-se um Monumento em homenagem a Nossa Senhora de Czestochowa nossa mãe e Padroeira que possui a imagem da Santa e em polonês a seguinte frase “Matko Boska Częstochowska, Jesteśmy Pod Twoją  Opieką” que quer dizer “ Nossa Senhora De Częstochowa  estamos Sob Tua Proteção”.

Próximo a Casa da Cultura encontra-se o Monumento dos Imigrantes outro monumento simbolizando a chegada de uma família de imigrantes. Em seu interior foi guardada (em 1991) uma cápsula especial com documentos e registros sobre a comunidade Dom Felicianense e será aberto 100 anos após a referida data.

Temos também com muito orgulho o Santuário de Nossa Senhora de Czestochowa no centro da cidade com um altar belíssimo esculpido pelo Sr. Alexandre Szostakowski e com a Via Sacra esculpida em concreto pelo artista Arystarch Kaszkurewicz. O santuário fica aberto todos os dias da semana para que os fiéis possam visitar sua Mãe protetora.

 

 

“COSTUMES E TRADIÇÕES”

 

 

Até hoje a população mantém certos costumes e tradições marcantes entre os poloneses.Em relação a alimentação destaca-se: a “Czarnina”(sopa de sangue de pato), “Golabki”,”Pierogi” (pastel de requeijão), “Chrusciki” (calça virada”),”Placek” (cuca), “Bigos” , “Pierniczki Drobne” ( docinhos para Natal).

O polonês é um povo extremamente católico e mostra essa religiosidade na fé em Nossa Senhora de Czestochowa, a Padroeira de nossa cidade.A imagem se encontra em todos os lares das famílias de nossa comunidade.

A Semana Santa (“Wielki Tydién”) até hoje é muito peculiar. Durante a quaresma, nas sextas-feiras tem-se a Via-Sacra.Na sexta-feira Santa a cerimônia da paixão inicia as quinze horas.Então começa a adoração de Cristo Morto e a guarda do Sepulcro fica a cargo de soldados caracterizados de “turcos”.

No Sábado Santo pela manhã é feita a tradicional “Swieconka” (Benção dos alimentos).

Domingo de Páscoa ocorre a Ressurreição, com a encenação dos guardas “turcos”, procissão e muita alegria.

Na época da Páscoa a Casa da Cultura do Imigrante favorece o concurso de “Pisanki” (antiga tradição polonesa que utiliza diversas técnicas de pintura em ovos).Este evento é realizado anualmente com as Escolas Municipais e Escola Estadual.

No Natal realiza-se a “Cerimônia de Oplatek” (Antiga e tradicional cerimônia polonesa onde se partilha o pão Ázimo: “Oplatek”). Uma expressão maior de fraternidade entre os seres humanos.

Ainda no Natal realiza-se o concurso “Najladniejsza Choinka”.A escolha das mais bela árvore de Natal em decoração de rua.

Nessa época são entoados os cantos chamados “Koledy” (Músicas polonesas típicas do Natal).

Em 15 de agosto é comemorada a festa de Nossa Senhora de Czestochowa, padroeira de Dom Feliciano que tem o Santuário em sua homenagem.

 

 



Fonte:   Secretaria Estadual de Turismo, Prefeitura ou colaboradores.




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 Comentários dos visitantes (3)
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Como neta de Alexandre Szostakowski,gostaria que atrás do altar por ele confeccionado, houvesse uma placa com seu nome e a data da obra.Doei ao museu a planta original do altar,com a assinatura do artista, porém nunca a vi exposta.Isso me entristece um pouco..
12/05/2010 - Iara Maria Chignall de Moraes
Na qualidade de neto de Alexandre Szostakowski,reforço o comentário da Iara Maria Chignall de Moraes.
16/11/2010 - paulo roberto szostakowski chignall
como neta de alexandre szostakowski e irmã de paulo roberto szostakowski e iara chignall de moraes, ratifico que o altar mor contruido por meu avô, receba o devido reconhecimento de sua arte e genialidade, recebendo uma placa com seu nome e data de confecção fazendo juz à contribuição de nossa família para o engrandecimento da arte sacra no Brasil
06/10/2012 - maria emilia szostakowski chignall




 
     

 


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