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Evolução histórica

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Page Views: 2833
Publicação: 08/09/2007

 A história das telecomunicações no Rio Grande do Sul começa em março de 1884, quando um carioca recebe a concessão para implantar linhas telefônicas em Porto Alegre. Ao longo do tempo, as empresas aqui instaladas sempre estiveram na dianteira tecnológica.
 
 O estado saiu na frente na implantação da primeira central telefônica a bateria central, no uso de centrais automáticas e na implantação do DDD. Também foi o único cuja companhia telefônica não foi incorporada pela Telebrás. No final de 1996 inovou ao vender parcela expressiva de suas ações ordinárias para um parceiro privado. Veja, nesta página, como evoluiu o sistema de telecomunicações gaúcho.
 
 
 7 de março de 1884
 
 O comendador Luiz Augusto Ferreira de Almeida, residente no Rio de Janeiro, obtém junto à Câmara Municipal de Porto Alegre a concessão para implantar linhas telefônicas na capital. Após algum tempo transfere a sua concessão para a Companhia Telefônica do Brasil, sediada no Rio e que explorava os serviços telefônicos em Niterói, Petrópolis, São Paulo e Santos.
 
 
 15 de setembro de 1886
 
 A Companhia União Telephônica inaugura o Centro Telefônico de Porto Alegre, na esquina das ruas Riachuelo com General Câmara, na presença do Marechal Deodoro da Fonseca, Presidente da Província e, mais tarde, da República.
 
 
 6 de junho de 1895
 
 A Companhia União Telephônica implanta os serviços nas cidades de Pelotas e Rio Grande.
 
 
 1900
 
 O uruguaio Juan Ganzo Fernandez instala uma rede telefônica em Jaguarão, ligando-a às cidades uruguaias de Mello e Artigas, onde já era concessionário.
 
 
 1902
 
 É organizada a empresa "Ganzo, Durruty e Cia", que expande os serviços telefônicos em Porto Alegre, Pelotas, Rio Grande, São Leopoldo, Montenegro, Caí e Pedras Brancas.
 
 
 15 de junho de 1908
 
 É criada a Companhia Telefônica RS VIRTUALnse, com o apoio de vários investidores.
 
 
 Janeiro de 1909
 
 Inaugurada em Porto Alegre a primeira central telefônica a bateria central, à época a mais moderna em tecnologia, tornando a capital gaúcha a quinta cidade do mundo e a primeira da América do Sul a dispor de equipamento semelhante.
 
 
 Maio de 1912
 
 Inaugurada a primeira linha de longa distância entre Porto Alegre e Pelotas.
 
 
 29 de abril de 1922
 
 Ocorre a inauguração da primeira central automática de Porto Alegre, que se tornou a primeira cidade do país e a terceira da América do Sul a implantar uma central como essa.
 
 
 22 de novembro de 1925
 
 Ativação da Central Telefônica Automática de Rio Grande.
 
 
 Agosto de 1927
 
 A empresa americana International Telephone and Telegraph Corporation (ITTC) torna-se acionista majoritária da Companhia Telefônica RS VIRTUALnse (CTRG).

 
 
 30 de janeiro de 1950
 
 A ITTC incorpora a Cia. Telefônica Paranaense, mudando a denominação da CTRG para CTN – Cia. Telefônica Nacional, com sede no Rio de Janeiro.

 
 
 9 de março de 1953
 

 O Estado do Rio Grande do Sul evocou para si o poder concedente das telecomunicações, criando a Comissão e o Conselho Estadual de Comunicações, inclusive para fiscalizar a CTN (Companhia Telefônica Nacional) e editar a política de desenvolvimento das telecomunicações.

 

 
 30 de dezembro de 1960
 
 Sancionada a Lei 4.073, de Retomada dos Serviços Telefônicos, pela qual o Estado subscreve 51% das ações.

 
 
 16 de fevereiro de 1962
 

 Sancionado o decreto 13.186 autorizando a retomada dos serviços telefônicos até então prestados pela CTN, surgindo os Serviços Telefônicos Retomados. Na época, o Estado contava com 30.534 terminais instalados.

 
 
 8 de março de 1962
 
 Há 36 anos, é realizada a Assembléia Constituinte da CRT, na qual é eleita e empossada a primeira diretoria.

 
 
 7 de maio de 1962
 
 Ocorre a primeira sessão ordinária do Conselho Consultivo, onde foi exposto o Projeto Prioritário, que tinha o objetivo de atender as necessidades mínimas de telecomunicações no Estado do Rio Grande do Sul e que teve aprovação unânime do Conselho.

 
 
 27 de agosto de 1962

 
 Sancionada a lei 4.117, que estabelece o monopólio de exploração dos serviços de telecomunicações pelo poder público. Criado o Conselho Nacional de Telecomunicações (Contel).

 
 
 1967
 
 Em janeiro, por força do decreto 18.353, os bens da CTN foram transferidos em comodato de uso à CRT e, em dezembro, foram incorporados parcialmente, com seu valor constituindo parcela da cota do capital subscrito pelo Estado na CRT. Em 1º de fevereiro desse ano, a CRT passou a operar diretamente os serviços de telecomunicações no Estado.

 
 
 23 de março de 1968
 
 Implantação da primeira rota de microondas entre Porto Alegre e Caxias do Sul.

 

 
 8 de novembro de 1969
 

 Implantação do Sistema de Discagem Direta à Distância (DDD) entre Porto Alegre e São Paulo. O Rio Grande do Sul foi o primeiro estado brasileiro a ter o suporte necessário para implantação do DDD. Também foi o primeiro estado a beneficiar-se desses serviços.

 
 
 9 de novembro de 1972
 
 Criada a Telebrás, controlada pelo Governo Federal. A empresa passou a controlar a operação e a expansão de todo o sistema telefônico nacional, incorporando todas as empresas de telecomunicações estaduais, com exceção da CRT.

 
 
 28 de novembro de 1991
 
 Publicado o edital de telefonia móvel celular da CRT.

 
 
 18 de dezembro de 1992
 
 Lançamento e ativação do Serviço Móvel Celular em Porto Alegre e Região Metropolitana/Litoral, com a instalação de quatro mil terminais celulares.

 
 
 31 de julho de 1996
 
 Planta telefônica celular chega aos 100 mil aparelhos.

 

 
 16 de agosto de 1996
 
 O Conselho de Administração da CRT acaba com o vínculo entre a posse do telefone convencional e ações da Companhia.

 
 
 14 de outubro de 1996
 
 Liberada a venda de ações da CRT.

 

 
 17 de dezembro de 1996
 
 Consórcio internacional (liderado pela Telefônica de España e com a participação da RBS) compra 35% das ações ordinárias da CRT, por R$ 681 milhões, com ágio superior a 50% sobre o preço mínimo estabelecido.

 
 
 8 de janeiro de 1997
 
 Empossado o Conselho de Administração da empresa, com representantes do Governo do Estado, do sócio privado e dos funcionários.


Fonte:  





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