www.riogrande.com.br

Pôr-do-sol no Guaíba - Foto Carla Guimarães
          
 

 
Home| Login| Anuncie| Classificados| Notícias
 
 

VISITANTES

  Home
  Busca
  Municípios
  Novidades
  Populares
  Site Antigo
  Contato
  Chat
 

USUÁRIOS

  Cadastro
  Publicar
  Favoritos
  Minha Conta
  Postais
  Postais Grêmio
  Postais Inter
  Meu Link
  Classificados
  ClassiBR
  AnúnciosBR
  SP Virtual
  Troca Links
 
 

POPULARES


  1.  Ternos de Reis, um Natal diferente no Interior do Estado
  2.  Festas do Divino ainda sobrevivem
  3.  Festa do Rei
  4.  Baile do Masquê, a dança de pares (travestidos)
  5.  A Dança de São Gonçalo
  6.  Terno de Atiradores
  7.  Cavalhadas, o enfrentamento de mouros e cristãos
  8.  Carreira de Bois, tradição do Vale do Jacuí
 

ONLINE


 
 





Pesquisa personalizada


Você está aqui:   Home > Cultura > Raízes Gaúchas > Tradições > Festas

Festas do Divino ainda sobrevivem

Comentários | Adicionar a Favoritos | Enviar a Amigos |


Page Views: 898
Publicação: 01/10/2007


 Por volta de 1330, como resultado de uma promessa que havia feito, a Rainha Isabel promoveu, em Portugal, grandes festas em homenagem ao Divino Espírito Santo. A tradição consolidou-se, cresceu e atravessou o Atlântico com a descoberta do Brasil, percorrendo o país de norte a sul nas regiões onde predominou a colonização portuguesa.
 
 No Rio Grande do Sul, apesar do encontro de tradições com os imigrantes italianos, alemães, poloneses e de tantas outras origens, as Festas ou Folias do Divino também se fizeram presentes em muitas regiões do Estado. Com o passar do tempo essa festa popular perdeu muito espaço, mas até recentemente ainda era encontrada com muito vigor em áreas como Criúva, no interior de Caxias do Sul, apesar de ser uma região de imigração italiana.
 
 A festa é comemorada no Domingo de Pentecostes, cinqüenta dias antes da Páscoa.
 
 — A Festa do Divino se inicia com uma série de atos religiosos nas igrejas e capelas, estendendo-se a folguedos populares, não faltando a "Fincação do Mastro" e suas personagens; preditórios, leilões de donativos, novenas, procissão etc. O nome Folia, acredita-se, teria sido primitivamente um motivo coreográfico muito remoto que acabou se incorporando aos festejos religiosos — revela uma publicação do Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore (IGTF), sobre as Tradições Gaúchas.
 
 A Bandeira do Divino, também conhecida por Folia do Divino, é a expressão mais conhecida das comemorações em homenagem ao Divino Espírito Santo. Em algumas regiões do país, é uma das festividades mais típicas das regiões litorâneas, enquanto no Rio Grande do Sul tem maior prevalência em outras áreas do Estado.
 
 De acordo com a tradição, a Bandeira do Divino é integrada por um grupo de homens (em alguns casos integrantes de alguma irmandade religiosa) que vai de porta em porta nas cidades ou de porteira em porteira no interior, levando à frente uma bandeira. Param em cada local, com louvações e cânticos típicos da festividade, e pedem contribuições para os festejos.
 
 — Essa bandeira, geralmente vermelha, tem ao centro uma pombinha, de asas abertas, bordada ou aplicada, significando o Divino Espírito Santo. Na extremidade superior da haste, onde está seguro o estandarte, vê-se outra pombinha, geralmente de prata ou metal — revela o IGTF.
 
 Conheça os integrantes da Bandeira do Divino: mestre, ajudante-de-mestre, contramestre, ajudante-de-contramestre, procurador e tamboreiro. Os instrumentos são a gaita, violâo, rabeca e, muitas vezes, o triângulo. Ao som desses instrumentos, o grupo canta quadrinhas decoradas.
 
 — Em uma folia se distinguem seis momentos principais: chegada à frente da casa, entrada na residência, louvação, preditório, agradecimento e despedida.


Fonte:  

Google
 


Fotos Adicionais

Classificação Média dos Visitantes:    4.00 (até 5)
Número de votos: 1 Votos

Vote no artigo:
 Comentários dos visitantes (1)
escreva um comentário (NÃO é para contatar o site)
Gostei de encontrar algo sobre Folias do Divino no RS.
Morei em Brasília, onde conheci as Folias - no DF e em Goiás. Aprendi sobre o assunto - a partir do zero. Encantei-me ao ver a religiosidade do povo expressa com tanta unção nos Pousos do Divino - na Roça e na Cidade. Já publiquei artigo sobre essa devoção popular tão querida pelo povo. A partir de lá, fiquei sabendo que a mesma tradição existe também em nosso Estado gaúcho. Estou elaborando um opúsculo sobre essas devoções populares, e isso me fez recorrer à pesquisa virtual.
Existe muita coisa linda pelo Brasil afora - escrita e, acima de tudo, vivenciada - a respeito da devoção ao Divino Espírito Santo. Pouco importa se sob o nome de Folias ou de Bandeira do Divino.
05/04/2008 - Ida Treza Ceron


 




 
Ajuda | Termos de Uso | Política de Privacidade | Contato | Fale a Seus Amigos

Copyright © 2001-2008, Infomídia Produções Ltda. Todos os direitos reservados.