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II - Como as lendas abriram caminho para os jesuítas entre os índios

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Publicação: 08/09/2007

 Havia uma lenda entre os índios, segundo a qual deveriam seguir os que, um dia, lhes aparecessem com uma cruz, falando de Deus. A orientação teria sido dada, no início da era cristã, por um pregador confundido com o (suposto) apóstolo Tomé, por um dos jesuítas que construiu a República Guarani. Foi o que ajudou os padres a sensibilizar os índios.
 
 Foi feita ainda uma tentativa de catequizar os guenoas e os charruas, mas não foi bem-sucedida. Eram inimigos dos guaranis e viviam em lutas com eles. Mas, com os guaranis, foi feita uma revolução: os mestres da pintura e da escultura eram imitados, nas reduções, com uma perfeição extraordinária, avaliada em diversas oportunidades por europeus, que se impressionavam não somente com os trabalhos de artes plásticas ali realizados, mas também com o cuidado como, em estilo gótico, os índios reproduziam documentos, igualando-se aos melhores copistas da Idade Média.
 
 De tudo o que foi feito, resta muito pouco para ser apreciado. Mas, se é pouco, é suficiente para dar uma idéia do que aconteceu nas selvas do Sul, embora importantes sítios arqueológicos estejam escondidos sob centros urbanos e verdejantes plantações de milho e soja. A chamada República Guarani não chegou a se tornar independente e nem havia essa pretensão, ao menos segundo os documentos disponíveis. Jesuítas e índios deviam obediência ao trono espanhol, pagavam-lhe seus impostos, e chegaram a ser importante braço armado não só para conter a expansão portuguesa, como para dominar rebeliões e ameaças de invasão, surgidas em diversas oportunidades.
 
 Apesar disso, a possibilidade de independência da República Guarani sempre foi a grande arma dos críticos dos jesuítas. Em folhetos que circulavam na Europa, chegava a se apresentar o velho cacique Nicolau Nhenguirú, como Nicolau I, rei do Paraguai, procurando indispor o trono espanhol contra os jesuítas. Foi tanta a agressão, que os padres acabaram sendo derrotados.
 
 Trocada a Colônia de Sacramento - que os exércitos guaranis ajudaram a conquistar para a Espanha - pelos Sete Povos das Missões, na margem esquerda do Rio Uruguai, atual território do Rio Grande do Sul, foi deflagrada a guerra guarani contra as coroas espanhola e portuguesa, porque os índios não aceitavam ter que abandonar suas terras e cruzarem o rio em direção às reduções da margem direita, na atual Argentina.


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