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III - Experiência sepultada com a expulsão dos jesuítas e dos guaranis

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Publicação: 08/09/2007

 Depois de grande conflito, com milhares de mortos, especialmente de índios, Portugal e Espanha voltaram atrás, mas logo dariam o golpe definitivo contra as reduções, expulsando os jesuítas e deixando os guaranis sem qualquer coordenação. Seguiram-se administradores militares e os índios acabaram sendo transformados em guerreiros, nos diversos episódios militares ocorridos no Prata, sendo exterminados completamente nos 60 a 70 anos que se seguiram à expulsão dos jesuítas.
 
 Destruídas primeiro pelos bandeirantes, depois pelas tropas de Portugal e Espanha e, no lado paraguaio, pelo próprio ditador do novo país, após sua independência, restou pouco das reduções para ser visto nos dias atuais, mas, nas ruínas que ainda são mantidas, há alguma coisa da velha república para apreciar, entrando-se num importante capítulo da história do Sul, muito mal contado em nossos livros.
 
 Os jesuítas cerceavam completamente a liberdade dos índios, mas, à luz da pregação do Evangelho, indiretamente intimidando-os com os conceitos sobre céu e inferno e salvação da alma, conseguiram transplantar da Europa para o interior de nosso continente, há mais de 350 anos, costumes avançadíssimos, uma arte refinada e um modelo utópico de administração - com propriedade coletiva, sem classes e sem governo, e sem oposição entre cidade e campo -, que Clóvis Lugon, em seu livro "A República Comunista Cristã dos Guaranis", chegou a definir como "a mais fervorosa das sociedades cristãs e a mais original das sociedades comunistas". E que foi, como assinalou, "comunista demais para os cristãos burgueses e cristã demais para os comunistas da época burguesa".
 

 A República Guarani pode ser visitada com facilidade, por estradas de asfalto. Três ou quatro dias é o suficiente para admirar o que restou. Igrejas e casas de pedra semidestruídas por incêndios, abandono e a depredação dos moradores das vizinhanças que ocorria até recentemente; algumas dezenas de imagens e de trabalhos nas pedras das construções, são as últimas evidências dessa experiência teocrática.
 
 Passadas tantas batalhas - no sentido literal da palavra -, essas igrejas e obras de arte não têm mais a riqueza de antigamente, com trabalhos em ouro e prata, que os índios importavam do Peru, mas, com o que resta, pode se ter a certeza de encontrar na região lembranças inesquecíveis.


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