Publicação: 29/08/2008
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Reciclagem de papel, reaproveitamento de garrafas pet, plantio de hortas orgânicas e utilização de óleo de cozinha para produzir sabão e sabonetes artesanais são alguns dos 19 trabalhos que geraram renda, com sustentabilidade, para integrantes de comunidades em situação de vulnerabilidade social de 14 municípios do Rio Grande do Sul. As ações integram o Projeto Integrado de Meio Ambiente e Geração de Emprego e Renda (Primar), da Rede Parceria Social, uma iniciativa da Secretaria da Justiça e do Desenvolvimento Social.
A exposição dos trabalhos - primeiros resultados do Primar - desenvolvido em parceria com a Sulgás e Associação dos Amigos do Meio Ambiente (AMA) - foi aberta na manhã desta sexta-feira (29) pelo secretário da Justiça e do Desenvolvimento Social, Fernando Schüler, pelo presidente da Sulgás, Artur Lorentz, e pelo coordenador da AMA, Jarbas Cruz, no Auditório Azul da Fundação Pão dos Pobres de Santo Antônio. A mostra acontece somente nesta sexta, até às 17h.
O Primar tem foco na geração de renda a partir de ações na área ambiental. A entidade âncora, AMA, coordenou o trabalho desenvolvido pelas 19 entidades que tiveram seus projetos aprovados na primeira edição da rede, em 2007, tendo como público-alvo crianças, adolescentes, mulheres e idosos.
Projetos
Tendo como princípio básico o desenvolvimento social como resultado de uma ação integrada entre o Estado, empresas e o terceiro setor, a Rede Parceria Social selecionou, no ano passado, 197 projetos em 64 municípios do Estado e repasse de aproximadamente R$ 6 milhões. Entre as empresas parceiras estão a Azaléia, Banrisul, Braskem, CaixaRS, CEEE, Copesul, Corsan, Gerdau, RGE, Sulgás, e Vonpar.
"A Rede Parceria Social permite que o Estado, o setor privado e o terceiro setor possam trabalhar para o desenvolvimento social sem burocracia e sem intermediações, chegando nas comunidades mais distantes, onde há necessidade de geração de renda", afirmou Schüler na abertura da mostra dos trabalhos.
O presidente da Sulgás destacou a seriedade e transparência na seleção das entidades do terceiro setor e dos projetos que fazem parte da primeira edição da Rede Parceria Social. "É importante destacar que conseguimos desenvolver o trabalho de geração e renda, centrado no meio ambiente, em municípios distantes e com resultados", afirmou Lorentz.
"A AMA tem uma responsabilidade muito grande nesse processo, porque acompanha o trabalho das entidades, o desenvolvimento dos trabalhos e presta contas à Secretaria da Justiça e do Desenvolvimento Social", assinalou Jarbas Cruz.
O secretário Fernando Schüler adiantou que o edital para a segunda edição da rede Parceria Social deve ser lançado no final do mês. "O crescimento da rede deve ser de 20% neste ano, com adesão de mais cinco empresas patrocinadoras e maior abrangência de municípios", afirmou ele.
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| Fonte: |
Secretaria da Justiça e do Desenvolvimento Social |
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Fotos Adicionais
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