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Resta pouco das antigas florestas

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Page Views: 1476
Publicação: 08/09/2007

 São poucas as florestas nativas originais que ainda existem no Rio Grande. Mas, dentro desse pouco, há bastante diversidade. São quatro as formações florestais básicas do Estado, cada uma delas com suas características. 
 
 No litoral se encontra a Mata Atlântica, que originalmente seguia toda a costa brasileira, tendo seu ponto extremo no norte do Rio Grande, na área de Torres a Osório. É uma mata tropical, com alguns elementos vegetais que vêm desde a Guiana Francesa. Mas, ao contrário da Amazônia, que tem árvores de grande porte, a Mata Atlântica é mais baixa, mais cerrada. As suas árvores mais altas atingem de 25 a 30 metros. Embaixo, há uma mata densa, cheia de cipós, arbustos e ervas. O palmito e outras palmeiras tropicais são características dela, e alguns de seus elementos vão até o meio do Estado. A melhor amostra da Mata Atlântica está na área entre os vales de Maquiné e Três Forquilhas, na Serra da Encantada, onde fica a Reserva Biológica da Serra Geral. 
 
 Encontrando a Mata Atlântica nas encostas do Planalto está a floresta de araucárias. É uma vegetação de zona mais alta e fria, onde o pinheiro se destaca, alcançando até 40 metros de altura. O extrato superior da mata fica, entretanto, na média dos 20 metros, e é formado principalmente por caneleiras. A floresta de araucária também é densa. No Rio Grande, ela começa a surgir nas encostas do Planalto a partir de 600 metros de altura, indo até a marca dos 1.400 metros. Sua melhor amostra, no Rio Grande, está na área do Parque Nacional dos Aparados da Serra, em Cambará do Sul, e na Estação Ecológica de Aracuri, em Esmeralda. Mas ela também está presente no Paraná e Santa Catarina.
 
 Outra formação, em outro extremo do Estado, é a floresta do Alto Uruguai. É um pouco mais alta, com mais de 35 metros de altura, e talvez mais densa que a Mata Atlântica. Ela e a Mata Atlântica têm algumas espécies em comum, como o cedro. Mas o que a caracteriza são as árvores que ocorrem só nela, como o timbó, o alecrim, a grápia e a canafístula. As duas últimas são visíveis à distância, por serem muito altas. Essa formação vegetal acompanha a bacia dos rios Paraná e Uruguai. E o melhor lugar para conhecê-la é o Parque Florestal Estadual do Turvo, em Derrubadas. 
 
 Mas a menos conhecida das matas gaúchas é a Serra do Sudeste - que vai da região de Porto Alegre até o município de Pinheiro Machado. Trata-se de uma mata de pequeno porte (12 a 15 metros), com árvores retorcidas, vegetação dura. Isto se deve ao solo pobre, à deficiência de água e ao frio. É um mato acinzentado, em função da grande presença de aroeiras e mirtáceas. Em Porto Alegre, ela está presente nos morros, com predominância do camboim.


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