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Saúde acompanha investigação sobre provável surto de psitacose no Estado

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Publicação: 19/12/2007
O Centro Estadual de Vigilância em Saúde (CEVS), da Secretaria da Saúde, registrou até terça-feira (18), 34 casos suspeitos de psitacose, doença infecciosa aguda transmitida por aves, especialmente caturritas, papagaios, araras e periquitos. As pessoas que manifestaram os sintomas compatíveis com a doença (febre, cefaléia, sudorose, calafrios e desconforto respiratório) foram encaminhadas para atendimento médico, estão sendo tratadas com antibiótico adequado e já apresentam boa evolução. Também foi feita coleta de material para exames laboratoriais . O provável surto de psitacose no RS começou a se desenhar no dia 29 de novembro, quando uma ação conjunta da Patrulha Ambiental da Brigada Militar e da Polícia Rodoviária Federal resultou na apreensão de dois veículos com 424 psitacídeos (caturritas-Myopsitta monachus), no município de Pantano Grande. No dia seguinte, as aves foram transportadas para o Hospital Veterinário da Ufrgs, em Porto Alegre, onde começaram a receber cuidados. No dia 30, 210 animais foram levados a uma clínica veterinária em Porto Alegre, outros 80 foram encaminhados ao Zoológico Municipal de Canoas e 10 a uma clínica também em Canoas. A partir do dia 6 de dezembro, algumas pessoas que tiveram contato ou se envolveram no cuidado dos animais, começaram a manifestar os sintomas de psitacose. De acordo com o diretor do CEVS, Francisco Paz, todas as medidas necessárias para a investigação e controle da situação estão sendo desenvolvidas, visando à proteção da saúde da população. Ele informa ainda que os trabalhos conjuntos estão sendo realizados pelas Vigilâncias Ambiental e Epidemiológica do Centro Estadual de Vigilância em Saúde, Vigilâncias Ambiental e Epidemiológica das 9ª, 13ª e 18ª Coordenadorias Regionais de Saúde, IPB-Lacen/RS e Vigilâncias Epidemiológica e Ambiental das secretarias municipais de Saúde de Porto Alegre, Canoas e dos demais municípios envolvidos. O que é a Psitacose? É uma doença infecciosa aguda causada por uma bactéria (Chlamydophila psittaci) que tem como principais reservatórios as aves, principalmente os psitacídeos (caturritas, papagaios, araras e periquitos), embora possa acometer aves em geral. Na maioria dos casos, as aves não apresentam sintomas e podem excretar a bactéria por toda a vida. No entanto, quando os animais, principalmente jovens, são expostos a estresse como aprisionamento e transporte, a bactéria encontra condições ideais para aumentar a sua população e tornar-se potencialmente perigosa, uma vez que aumenta também a eliminação da bactéria pela ave. Os biólogos ressaltam que que aves livres na natureza não representam nenhum risco à saúde da população. Como se dá a transmissão para os seres humanos? A transmissão ocorre principalmente por via respiratória, através da aspiração da poeira contaminada por dejetos ou secreções, durante a manipulação de animais doentes ou portadores da bactéria. É importante frisar que não há prova da transmissão de pessoa para pessoa. Logo, não há necessidade de isolamento dos pacientes. Os principais sintomas no homem são: febre, dor de cabeça, dores musculares e tosse. Caso o paciente não seja tratado, podem ocorrer complicações respiratórias. Não existe vacina contra a Psitacose e para o controle da doença é indicado o uso de antibióticos.

Fonte:   Secretaria da Saúde



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