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VII - Como os jesuítas avançaram no Prata e no sul do país

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Publicação: 08/09/2007

San Ignácio Guazu havia sido fundada pelos padres Marcial de Lorenzana e Francisco de San Martin, pouco tempo depois substituídos pelos padres Roque Gonzalez e João Romero, que também se encarregaram de expandir a redução dos índios nas províncias do chamado Tape, atual Rio Grande do Sul, e (do rio) Uruguai, em áreas do Rio Grande do Sul (margem esquerda) e da Argentina (margem direita). Essa expansão no Tape e Uruguai ocorreu ao mesmo tempo que, em terras do Guairá (rios Paranapanema, Ivaí, Pirapó e Tibagi adentro), se dava o desenvolvimento rumo ao Norte, comandado pelos padres João Cataldino e Simão Maseta.
 
 Por Província do Uruguai entenda-se especialmente o Noroeste, Oeste e Sul do atual Rio Grande do Sul, onde habitavam principalmente os índios guenoas, charruas, minuanos, entre outros, que nunca foram catequizados. O Tape, reunindo os índios guaranis propriamente ditos (tapes e arachanes, principalmente), estendia-se de Norte a Sul pelo centro do atual Rio Grande do Sul, entre a Serra Geral e a Lagoa dos Patos. À direita ficava a Província de Ibiaça, concentrando diversas tribos dos índios ibirajaras - como os guaranis, um dos ramos do grupo jê -, inimigos dos guaranis, dos padres, e aliados dos bandeirantes e tupis nas bandeiras que, nos anos seguintes, devastaram as reduções.
 
 Entre 1612 (ano da fundação de San Ignácio Mini) e 1630, os jesuítas fundaram no Guairá (atual Estado do Paraná) mais 12 reduções, além de Nossa Senhora de Loreto e San Ignácio: São Francisco Xavier (possivelmente entre as cidades de Santa Cecília do Pavão, Irerê e Londrina), Encarnación (próximo à atual cidade de Telêmaco Borba); São José (possivelmente nas imediações das atuais cidades de Bela Vista do Paraíso e Sertanópolis); São Paulo (em local desconhecido, mas possivelmente no centro do Paraná); Arcangeles (em local isolado e de difícil acesso no centro do Paraná, possivelmente à leste de Ivaiporã); São Miguel (possivelmente nas imediações da localidade de Laranjeiras, ao noroeste de Castro, já próximo a Ponta Grossa, no Sul do Estado); Santo Antônio, São Tomé, São Pedro (possivelmente nas imediações dos municípios de Ivaiporã, Manoel Ribas e Grandes Rios); Jesus Maria (possivelmente entre Portos Planaltina e São Carlos, às margens do rio Ivaí); e, finalmente, Santa Maria a Maior e Natividad, únicas no rio Iguaçú e muito afastadas das demais. Estas foram as últimas a serem fundadas, em 1630, pouco antes das Cataratas do Iguaçú, certamente em áreas do Parque Nacional do Iguaçú.

 
 Acredita-se que, em 1630, as 14 reduções do Guairá (ocupando, com suas estâncias, quase todo o Estado do Paraná) reuniam entre 70 e 100 mil índios.
 
 Na primeira fase da República Guarani, antes dos ataques dos bandeirantes ocorridos ao Norte e Sul de suas reduções, a formação de aldeamentos em áreas do atual Paraguai e da Argentina, foi pequena.
 
 Entre 1615 e 1627, graças, principalmente, à ação do padre Roque Gonzalez, foram formadas entre os rios Uruguai e Paraná somente umas poucas reduções: Encarnación ou Itapua, que, pelos mapas disponíveis, se situaria na margem esquerda do rio Paraná, mais ou menos onde atualmente está a cidade argentina de Posadas.
 
 Do outro lado do rio, em território paraguaio, existe hoje a cidade de Encarnación, onde, numa fase posterior, se formou outra redução. Além de Encarnación fundou-se ainda Corpus Christi, que, pelos mapas disponíveis, estaria no lado paraguaio e não à margem esquerda do rio Paraná (em território argentino), onde no momento se encontra a cidade de Corpus, local a que foi transferida a redução numa fase posterior.
 
 Já na margem direita do rio Uruguai, em atual território argentino, surgiram, ainda na primeira fase das reduções, os aldeamentos de Concepción (próximo a San Javier) e Yapeyu (ou Los Reys, na foz do rio Ibicuí), onde ainda existem localidades com esses nomes.


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