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Você está aqui:   Home > História Gaúcha > Missões > 4 - Ataques dos bandeirantes

XI - Destruição completa no Tape

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Publicação: 08/09/2007

 Praticamente todas as reduções do Tape foram destruídas entre 1636 e 1639, quando os indígenas conseguiram organizar-se melhor e terminar por derrotar os bandeirantes.
 
 Antes, porém, transferiram-se maciçamente para o atual território argentino, formando novas reduções, algumas vezes com o mesmo nome, das quais ainda podem ser vistos vestígios no quadrilátero entre San Javier, Apóstoles, Posadas e San Ignácio Mini, entre os rios Uruguai e Paraná, localização que os jesuítas consideravam mais segura e fácil de proteger dos ataques vindos de São Paulo.
 
 Os povos das reduções do Tape começaram a cruzar o rio Uruguai em 1637, formando, do lado argentino, as reduções de Apóstolos, Candelária, São Pedro e São Paulo, São Carlos, São José, São Miguel, Sant'Ana, São Tomé, La Cruz (ou Santa Cruz) e Santos Mártires do Japão.
 
 A grande desvantagem dos índios nos enfrentamentos com os bandeirantes era a falta de armas. Em 1639, no entanto, o padre Antonio Ruiz de Montoya resolveu solicitar, diretamente de Madri, autorização para armar os índios, que foi conseguida ao mostrar que a própria Coroa espanhola vinha sendo prejudicada com o que acontecia, na medida em que perdia terras para a Coroa portuguesa.
 
 Armando um primeiro contingente, os jesuítas conseguiram, ainda no mesmo ano, reverter a situação, e venceram a terceira bandeira enviada contra as reduções do Tape, comandada por Fernão Dias Paes. A resistência indígena foi dirigida por Nicolau Nhenguirú, nome dado, em diversas gerações, a alguns dos mais bravos caciques da República Guarani. A primeira batalha vencida por eles ocorreu em Caaçapaguaçu. A segunda, mais importante, foi em Mbororé, depois da qual as reduções não foram mais perturbadas por cerca de cem anos.


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