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XIX - A expulsão dos jesuítas

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Publicação: 08/09/2007

 Já estavam os Sete Povos quase todos devastados, boa parte de seus guerreiros mortos e mulheres e crianças transmigradas, quando, em 1761, Portugal e Espanha decidiram anular o Tratado de Madri, fazendo cessar todas as providências para sua implementação.
 
 Puderam, então, índios e jesuítas voltar a cruzar o rio Uruguai, retornando aos Sete Povos, que ficaram, todavia, somente com metade de sua população. Começavam a reconstruí-los, nos mesmos lugares onde os haviam assentado, quando é dado o golpe derradeiro na República Guarani: a expulsão dos jesuítas.
 
 Veja as razões. Quando eclodiu a chamada Guerra dos Sete anos, a Espanha ficou em posição contrária a Portugal. Como a Colônia de Sacramento havia sido devolvida a Portugal com o fim do Tratado de Madri, o governador do Prata recebeu ordens de atacá-la, assim que irrompeu o conflito, o que foi feito, novamente, com envolvimento de índios missioneiros, que mais uma vez deram a vitória à Coroa espanhola.
 
 Mas Espanha e Portugal voltaram a acertar-se, com Portugal recebendo de volta a Colônia de Sacramento, em 1763, e os jesuítas acabaram sendo responsabilizados pelo último ataque, não obstante o apoio dos índios tenha sido expressamente solicitado.
 
 A verdade é que a República Guarani já incomodava muita gente: era apresentada na Europa pelos opositores da Companhia de Jesus como uma área independente, podendo resistir aos melhores exércitos espanhóis e portugueses, armada e capaz, inclusive, de tomar as principais cidades da colônia. Folhetos apócrifos chegavam a fazer menção a um suposto Nicolau I, rei do Paraguai, referindo-se a um já velho cacique Nicolau Nhenguirú; e na própria colônia espanhola havia muitas resistências contra os índios, as reduções e os jesuítas, pelo fato de terem lutado a favor da Espanha para desmantelar movimentos de emancipação, de impedirem a entrada de espanhóis e colonos nas áreas das reduções e, enfim, por terem eliminado a grande fonte de escravos em toda a região.


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