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Você está aqui:   Home > História Gaúcha > Missões > 9 - Devastação

XXVII - Pintura, riqueza e controle de estranhos nas reduções

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Publicação: 08/09/2007

 Os guaranis eram excelentes pintores e escultores. Faziam cópias perfeitas, segundo os padres. Muitas das estátuas ainda podem ser vistas em museus nas ruínas das reduções que subsistem no Paraguai, Argentina e Brasil, imitando o estilo grego antigo e do Renascimento. Suas igrejas eram ricas e imponentes, tendo sobrado delas muito pouco, permanecendo uma parte maior de sua estrutura em somente quatro reduções: São Miguel (Brasil), San Ignácio Mini (Argentina) e Trinidad e Jesus (Paraguai) - esta última nem chegou a ser concluída, pois estava em obras quando os jesuítas foram expulsos.
 
 Em todas trabalhadas e decoradas com objetos de prata e ouro. O ouro era importado do Peru, para onde as reduções vendiam outras mercadorias. Circulavam muitas lendas de que nas reduções existiam grandes minas de ouro e prata, mas não era verdade.
 
 Não havia uma moeda nas reduções. O fumo, mel e milho faziam, às vezes, o papel de mercadoria-moeda, o que, no entanto, era dispensável, pois todas as necessidades dos índios eram atendidas pelos centros comunitários de distribuição, por setor ou bairro.
 
 Permitia-se a entrada nas reduções somente de mascates estrangeiros, por um período máximo de três dias. O comércio exterior, todavia, era inexpressivo, mas feito através de mercados implantados nas reduções de San Ignácio Guazu, Santa Maria da Fé, Santiago, Santa Rosa (Paraguai), San Carlos, Yapeyú e San Cosme (Argentina), e dos entrepostos de Buenos Aires e Santa Fé. Com os lucros das vendas, pagava-se o imposto à Coroa Espanhola e compravam-se materiais para as igrejas e instrumentos agrícolas.
 
 Produtos exportados, principalmente para buenos Aires (dali para a Europa), Corrientes, Santa Fé, Assunção e Vila Rica: mate, fumo, algodão, açúcar, tecidos, pavios, círios, mesas, armários, baús, esculturas, peles, mel, frutas, tinturas, cavalos, mulas, carneiros etc.
 
 Importava-se ouro, prata, cobre, aço, ferramentas, agulhas, anzóis, sal, papel, seda, vinho etc. Em meados do século XVIII as importações já eram muito pequenas e as reduções se tornaram praticamente auto-suficientes.


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