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Suinocultores debatem ações ambientais

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Publicação: 03/12/2008

A suinocultura é uma atividade de grande importância para a economia do Rio Grande do Sul, e a aplicação de boas práticas ambientais na produção tem se mostrado cada vez mais importante. Essa responsabilidade ambiental, capaz de gerar benefícios ao setor, será tema de um ciclo de seminários, com participação gratuita, sobre meio ambiente na região Noroeste do Estado. Novos encontros serão realizados na cidade de Palmitinho, dia 4 de dezembro, e em Frederico Westphalen, dia 11. A primeira cidade a receber o seminário foi Pinheirinho do Vale, dia 27 de novembro. A promoção é do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Rio Grande do Sul (Sebrae/RS), por meio do Programa Juntos para Competir, em parceria com o Ministério Público do Rio Grande do Sul, a Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luiz Roessler (Fepam/RS), Mabella Carnes e Protec Brasil. Mais informações pelo telefone (55) 3744.8036.

Segundo a gestora do Pólo de Suinocultura e Bovinocultura de Leite do Noroeste Gaúcho, Eloísa Muxfeldt Arns, o seminário apresenta dicas práticas, e possíveis de serem implementadas, que possam auxiliar na obtenção de benefícios ambientais e de retornos financeiros para os produtores. “O setor gaúcho de suinocultura atinge hoje uma parcela muito grande do mercado externo, que apresenta um alto grau de exigência. Com isso, os produtores vêm se adaptando a esse novo perfil e fortificando a base econômica da região Noroeste do Estado”, analisa. A atividade, segundo ela, atende uma demanda dos próprios empreendedores da região que destacaram a necessidade de nivelamento de informações em relação às questões ambientais.

Luiz Fernando da Rocha, engenheiro agrônomo da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam), palestrante do seminário, explica que são apresentados três temas fundamentais: exigências de licenciamento, medidas para reduzir a poluição da atividade, e legislação necessária para o setor. “De maneira prática e descontraída, queremos desmistificar a figura da fiscalização, transformando os recursos técnicos em oportunidades de melhoria da atividade, a fim de atingir as exigências do mercado”, diz. Além das palestras, os participantes também poderão analisar imagens de flagrantes de propriedades irregulares, apontando erros e debatendo soluções. “É desejável que todo suinocultor tenha, por exemplo, um programa racional de controle de dejetos, visando a sua correta utilização, evitando problemas de poluição. Essas ações promovem, conjuntamente, a melhoria da propriedade, a qualidade dos animais e, em muitos casos, a redução do custo de produção”, afirma Rocha.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil é um dos maiores produtores mundiais de carne suína e ocupa atualmente o primeiro lugar entre os países exportadores. O rebanho é de, aproximadamente, 8 milhões de suínos. A maior parte desse rebanho está concentrada em uma área geográfica relativamente pequena da Região Sul. No Estado existem, de acordo com relatório da Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (Acsurs), de 2006, mais de 4,4 milhões de suínos. Em relação ao consumo mundial de carnes, os suínos seguem no topo da lista (42%), seguidos da carne de frango (33%) e da bovina (24%).

O programa Juntos para Competir, impulsionado pelo Sebrae/RS, em parceria com a Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), objetiva organizar e aprimorar as cadeias produtivas do agronegócio no Rio Grande do Sul, como a bovinocultura de corte, a suinocultura, a ovinocaprinocultura, a fruticultura, a floricultura, a vitivinicultura, a apicultura e a cultura da cana-de-açúcar e seus derivados.

O projeto Pólo Suinocultura e Bovinocultura de Leite do Noroeste Gaúcho atende produtores e agroindústrias de suínos e leite dos municípios de São Pedro do Butiá, Cerro Largo, Guarani das Missões, Rolador, Campina das Missões, São Luiz Gonzaga, Três Passos, Frederico Westphalen, Palmitinho, Pinheirinho do Vale, Taquaruçu do Sul, Seberi, Ijuí, Panambi, Três de Maio e Santa Rosa. O objetivo é aumentar a produtividade das propriedades rurais ligadas à produção de leite e suínos, melhorando os índices de sanidade animal e qualidade do leite, de acordo com a visão de mercado das indústrias.



Fonte:   Sebrae/RS



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